terça-feira, 8 de maio de 2012

A sopinha quente que ninguém quer.

Tudo bem, foi um trocadilho ruim, mas, se você esteve online nesses últimos meses, sabe muito bem (ou pelo menos tem noção) do que é o SOPA.
Claro que, como qualquer tema polêmico, ficou mais famoso pela sua repercussão do que pelo seu significado. Mas é claro que o Viraliza está aqui para fazer o seu papel. Vamos do título.
Lamar Smith, autor do projeto.
O SOPA (Stop Online Piracy Act - Lei de Combate à Pirataria Online, em livre tradução) é um projeto criado nos EUA e tem como base a defesa dos direitos do autor nas redes. Os partidários alegam que a proteção da propriedade intelectual gera receita e empregos, mas, para os opositores, o ato é uma violação clara da Primeira Emenda Americana (que tem como base a defesa da liberdade de expressão) e uma clara aplicação de censura em um ambiente onde o compartilhamento é a base de tudo.

Tá, mas onde nós, meros brasileiros entramos nessa? Ora, grande parte dos websites (sejam eles de relacionamentos, compartilhamento de arquivos, divulgação de artistas, etc) tem seus servidores principais  na terra do Tio Sam, e, se desativados (como ocorreu com o nosso querido Megaupload) serão riscados do mapa-mundi virtual. Isso sem contar, é claro, da punição legal aos donos.
Após muita discussão, o projeto se encontra retirado da pauta para maiores esclarecimentos, mas ouvimos muitas histórias do grupo Anonymous, por exemplo, que invadiu e expôs vários sites americanos como protesto à tentativa de repressão da liberdade online.
O que podemos fazer por enquanto é ingressar nas petições e abaixo-assinados que existem por aí, e pedir aos nossos queridos amigos lá de cima que prestem mais atenção no que está ao redor deles e que é realmente perigoso do que no navegador alheio.
Vai aí um ótimo link que resume de forma simples e direta o que você precisa ter em mente ao falar do SOPA.

domingo, 29 de abril de 2012

FANDOM : UM AMOR ALÉM DO FÃ

Você sabe o que é Fandom? Ou ao menos já ouviu falar sobre esse termo que anda  no nosso cotidiano? Se sua resposta foi não você irá conhecer agora.
Fandom é uma palavrinha que tem origem inglesa (Fan Kingdom) que resumindo são aqueles fãs de determinado conteúdo por exemplo seriados, filmes, bandas, programas, jogos e etc. E o que um Fandom tem que você não tem? Geralmente são aqueles que estão dispostos a fazer de tudo pelo seu ídolo, montando fóruns de discussão onlines, traduzindo os conteúdos, e fazendo com que mais pessoas fiquem por dentro daquele universo, que o Fandom  estará ligado antes de nós, meros mortais

                                                                                            foto retirada do google.com

A cultura Fandom é conhecida mundialmente e está presente em todos os lugares onde haja informação a ser distribuída a internet para que a comunicação fique perfeita unindo cada vez mais pessoas que curtem o mesmo conteúdo, o que torna um grande exemplo de inteligência coletiva.
Ficção é Ficção deve existir uma diferenciação entre os dois mundos. A crise da própria identidade nos jovens de hoje pode ser observada fortemente, o mundo da pessoa passa a ser o do idolo. E então observamos que tudo que é demais as vezes faz mal.
É tudo tão bom que muitos esquecem os limites entre realidade e ficção, muitos querem viver a lifestyle do personagem e acaba encarando o mundo como ficcional, um Fandom vai além do Fã.

terça-feira, 24 de abril de 2012

A sua melhor proteção é você mesmo

Muito se fala sobre o aumento do número de usuários no facebook, twitter e etc. Mas será que todos esses novos membros sabem de verdade usar e se proteger nessas novas formas de comunicação?


         Não é de hoje que a preocupação sobre a segurança e a nossa privacidade na internet é alvo de muitas dúvidas. Por mais que exista um bom senso sobre o que colocar na rede e o que deixar bem longe do computador, muitas pessoas ainda sofrem as consequências do descuido. Se você possui um perfil no facebook e visita com frequência as páginas dos seus amigos, com certeza já viu dezenas de fotos deles na escola, em casa, na fazenda do tio no interior, etc. O problema não é a postagem dessas fotos (afinal, é uma rede para se criar amigos, contatos e relacionamentos), mas sim como elas podem ser usadas de formas mal intencionadas.

         Ainda no exemplo do facebook, o próprio site oferece a opção de permissão de visualização por amigos, ou pessoas relacionadas a eles. Por que não se utilizar disso? Embora não seja algo que prestamos atenção no dia a dia, tudo o que é colocado ali é público (caso nenhuma medida de segurança seja aplicada) e nunca podemos saber se quem está visualizando.
         Outro grande problema são as informações pessoais. Tudo bem, é até legal colocar onde você estudou, onde você costuma ir nos fins de semana e tudo o mais, mas o excesso sempre faz mal. Aposto que você já viu em alguma reportagem um caso de sequestro, abuso ou violência que só foi possível graças à informações obtidas pela internet. Coloque o básico sobre você. As pessoas que realmente quiserem te conhecer estarão no mundo real e aí sim, você poderá dizer até em que lugar do ônibus costuma sentar.
         Claro, acho que nem precisamos falar sobre a segurança de senhas. Nunca devemos divulgá-las. Nunca mesmo, não importa quem seja. Por mais que seja um amigo de confiança ou a sua namorada, essas pessoas podem acabar passando a informação para desconhecidos sem perceber, por não usar das ferramentas mais básicas de proteção. Ou claro, caso algum desentendimento aconteça, vai saber o que pode acontecer com o seu perfil, mas aí é outra história...


Por Rodrigo Bertoluci

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A ideia é pensar junto


    Inteligência Coletiva (IC) é exatamente aquilo que o nome sugere ser, várias pessoas pensando juntas. Esse o conceito foi criado durante alguns debates realizados pelo filósofo e sociólogo francês Pierre Lévy (56).  Para ele, a IC está por toda parte, é o ato de compartilhar conhecimentos Ninguém sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade”.
   Pierre destaca que as novas mídias são as principais responsáveis para a existência dessa inteligência, tais como blogs, fóruns, comunidades virtuais entre muitas outras. Nestes locais os usuários interagem entre si, partilham e competem ideias, processo que é fundamental para geração conhecimento.
   Contudo, se a Inteligência Coletiva é o compartilhamento de informações entre as pessoas, podemos afirmar então que ela sempre existiu, uma vez que o ser humano nunca pensa sozinho, ele sempre precisa de um grupo ou de uma ferramenta para fazê-lo. Por hora a internet, mas antes ainda existiam livros, jornais impressos, grupos de estudos... Ou seja, se existe comunicação, existe IC.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Agora você é o autor

         Pois bem a Criative Commons foi fundada em dezembro de 2002, fica na Califórnia EUA e é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, serve para expandir a quantidade de obras disponíveis, com licenças que facilitam a cópia com menos restrições, ou seja, o autor permite que outras pessoas usem seus materiais sem infringir nenhuma lei,  o que ajuda o autor e o escrito decide como o seu trabalho pode ser usado, assim as músicas podem ganhar um novo formato. 
         Mas mesmo com “essa liberdade”, há um limite quando o uso de um material tem fundo comercial, neste caso o autor pode cobrar pelo uso do texto.
         O Criative Commons  tem licenças que garantem os “direitos básicos “ são elas:
Atribuição - Os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela com quanto que deem créditos devidos ao autor ou licenciador, na maneira especializada por estes. 
Uso não comercial - Os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, desde que sejam não fins não comerciais. 
Não a obras derivadas - Os licenciados podem copiar distribuir, exibir e executar apenas cópias exatas da obra, não podendo criar derivações da mesma. 
Compartilhamento da mesma licença - Os licenciados devem distribuir obras derivadas somente sob uma licença idêntica à que governa a obra original.
         Agora você que é o autor, já sabe como proteger suas obras de cópias e ainda distribuir de forma segura e com a garantia de total liberdade para fins não lucrativos.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Eu sou do Y


          A Geração Y é formada de pessoas  nascidas de 1978 à 1990; muitos dizem que  estes são distraídos, superficiais, egoístas, impaciente, preocupados com si mesmo e até mesmo insubordináveis; essa galera tem vontade de mudar  o mundo e dar sentido a vida enquanto fazem milhares de outras coisas ao mesmo tempo.
          Quando o assunto é realização profissional essa geração tem como objetivo fazer aquilo que gosta, aquilo lhes dá prazer. Por isso muitos jovens não conseguem permanecer por  muito tempo em um emprego, pois é difícil pra eles permanecerem uma determinada atividade por muito tempo, tem necessidade de mudanças constantes em busca de mais aprendizado.

         Estudos  mostram que a Geração Y mudou a forma de interagirmos, a relação com os superiores continua tendo respeito, mas hoje é uma via de mão dupla; eles respeitam aqueles que os respeitam; outro conceito vem mudando  é a questão do trabalho ser prioridade, hoje pra essa geração a vida social é mais importante sem dúvida nenhuma.
          São   movidos por uma velocidade que lhes capacitam assistir televisão, conversar com diversos amigos no MSN e ainda ler noticias na internet; a quem diga que toda essa tecnologia os tornem individualistas o que por um lado é até verdade, mas por outro lado estão sendo mais preocupados com o meio ambiente e com os direitos humanos do que as gerações anteriores.

terça-feira, 3 de abril de 2012

A espera da novidade - IPAD 3


            O novo iPad ou iPad 3 chegou gerando satisfação e desagrado, e a super estimação por ser Apple traz diferentes opiniões sobre a real necessidade de compra – lº ou não.
           Conta com uma resolução impecável. Diz-se que ao aproximarmos uma foto impressa da mesma no tablet é quase impossível encontrar diferenças, graças aos seus 264 pixels por polegada (perdendo para o IPhone 4S com 300 pixels.).
        Peca em algumas características, como o peso (que aumentou) e o superaquecimento, mas a empresa afirma que não prejudica a bateria, além de ser impossível aumentar sua capacidade de armazenamento.
            No Brasil não possuímos a tecnologia 4G, mas ainda sim o iPad 3 traz novidades que o tornam desejado, não necessário, lembrando que ainda não há estimativa para que chegue ao Brasil, mesmo assim seu sucesso mundial só faz aumentar as expectativas.